Cada ser tem em si sentimentos, pensamentos e convicções que em alguns momentos não são compreendidos ou não são expostos por motivos vários. É comum exteriorizarmos nossa subjetividade através da música, da arte ou da escrita, portanto, eis aqui algumas manifestações do que se encontra lá, mas bem lá no fundinho da mente ou do coração.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
O Pranto da Moça
Prestando bem atenção observei o triste canto nas palavras da Moça desiludida por aquele que se apresentou deixando transparecer que possuía amor, não cante a tristeza linda Moça de coração aberto a experimentar o amor, sua atitude diante da crença é louvável, sua felicidade chegará e a fará encontrar a quem você realmente deva amar. Apague da memória o Moço encantador que o teu pranto provocou, ele não alcançou o tamanho do seu amor, ainda é pequeno demais pra compreender o significado do sentimento puro que advém da verdadeira entrega a caminho do amor!! Ele é medroso Moça, bem baixinho lhe digo isso...
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Quem sou eu
- Tila Waltz
- Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
- Se não posso fazer com que você venha a mim e volte melhor e mais feliz prefiro não atender à solicitude do seu ser, nos momentos de inquietude não me manifesto, ainda que seja solicitada.
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TILA, sábias palavras.
ResponderExcluirRealmente a vida é tão curta e insistimos em ficar esperando, esperando...
Esperamos melhorar de salário,começar a fazer regime um dia,pagar logo as contas do mês, que faça sol,enfim e, inclusive, um amor até que a morte os separe.
E este amor que se faz esperar, é amor inseguro, sem convicção, indolente, não sabe se casa ou compra uma escada, é água represada que não tem liberdade de correr pelo leito do rio até encontar com as águas do mar.
Enquanto isso, esquecemos de viver, dar adeus às ilusões - isto já foi até título de filme -(rsrs), encarar a realidade com trabalho , criatividade e competência, sair e correr atrás, porque senão o tempo passa,atrás vem gente, a fila anda e o corpo cansa e desmorona.
Até que um dia, num canto sombrio da casa, ficamos lamuriando que o tempo passou, a terceira idade chegou,aquele amor nunca chegou, o que sobrou foi tricotar uma roupa para o inverno das doenças que estão se aproximando.
Tila, devemos na vida realmente, viver saindo do casulo da insegurança como a lagarta que ao morrer, dá vida a uma borboleta.
É preciso voar!
Serei seu seguidor.