quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Surto Silencioso

Olha-se o mundo
Do que é preenchido?
Vê-se morbidez
Transeuntes vagos
Sentimentos mortos
Olhares silenciosos
Onde está todo mundo?
Ah, foram sepultados
Lá dentro
Onde ninguém mais
É capaz de sentí-los
Apenas a solidão
Ora vivida sabe onde
revê-los!!

Um comentário:

  1. OLÁ TELMINHA,

    gostei muito poema.

    "Onde ninguém mais
    É capaz de sentí-los".

    É verdade, às vezes tão perto e absolutamente distante.

    Um pulinho e estamos lá, mas fugimos e isto é irritante ou inexorável.

    Que pena!

    Um abração carioca.

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Se não posso fazer com que você venha a mim e volte melhor e mais feliz prefiro não atender à solicitude do seu ser, nos momentos de inquietude não me manifesto, ainda que seja solicitada.

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